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O cheiro é bom, mas e o sabor?

Fala rapaziada, peixada, e moçada, tudo bom com vocês? Bom, lá pelos lados do Reino do Futebol, eu ainda ando meio preocupado com o futebol praticado, afinal de contas não conseguimos vencer o temido Juventude de Turim.

O lado bom é que já temos jogo no meio da semana e, se Deus quiser, a sorte voltará a sorrir para o time de branco.
Mas uma coisa me deixou feliz. Ontem, tive a oportunidade de conversar com um cara “dos nossos”, nada mais nada menos que o Dr. Nico, novo membro do Conselho Fiscal do Santos Futebol Clube. Delegado importante e de reputação ilibada. Por que esse nome me chama a atenção? Porque o Santos precisa de pessoas de bem e comprometidas com a moralidade. Quando vejo nomes como o do Dr. Nico, José Carlos de Oliveira, Dagoberto Oliva, e mesmo que indiretamente, o Marco Scandiuzzi, e sem esquecer o próprio nome do presidente Andres Rueda, isso traz uma certa segurança do ponto de vista moral.

Isso vale títulos? Faz o torcedor realizar uma volta olímpica? Nem um nem outro, mas traz um alento e uma esperança, diante de, pelo menos, doze anos obscuros que o Santos viveu em suas administrações. Não passa na mente do torcedor uma possível maracutaia, ou cambalacho, mas e a competência? Essa é a grande dúvida que paira sobre o imaginário do torcedor.

É como um prato de comida. O cheiro é bom, é agradável e atrai o consumidor, resta saber o sabor. E o sabor do futebol está dentro de campo, só vai saciar o torcedor quando os resultados aparecerem.

Os temperos são esses, as panelas estão limpas, o fogão está aceso, será que o mestre Jacquin Rueda saberá preparar o prato? Vamos aguardar…

Menino da Fila.

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