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Cuca recorda temporada “árdua” e destaca trabalho no Santos: “Um dos melhores”

Cuca no vestiário antes de Santos x Fluminense (Ivan Storti/Santos)

O treinador Cuca se despediu do Santos após o empate com o Fluminense em 1 a 1, neste domingo, na Vila Belmiro, pela 37ª rodada do Campeonato Brasileiro. Em entrevista coletiva na sala de imprensa do estádio, recordou a temporada “árdua” e citou o trabalho “prazeroso” durante os torneios. O técnico será substituído por Ariel Holan, de 60 anos.

Além dos problemas financeiros e troca de diretoria, Cuca também teve diversos desfalques por conta do novo coronavírus. O treinador, inclusive, ficou internado por 20 dias por ter contraído a doença.

“Foi um trabalho prazeroso. Ele é muito cansativo em todos os sentidos porque eu me cobro muito. Perdoo todo mundo, mas não me perdoo. Sempre busco motivo por não ter feito isso ou aquilo, ter sido expulso, colocar esse ou aquele. Sou assim e não adianta. Foi um dos melhores trabalhos da minha profissão porque jogamos grande futebol em alguns momentos, como Boca e Grêmio. Isso deixa a gente feliz”, comentou Cuca.

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“Eu saio muito contente com o trabalho. Árduo e difícil, mas ao tempo muito compensatório. As coisas foram feitas com prazer como falei na apresentação. Sentia que era lugar para aparecer o trabalho e apareceu, principalmente aos jogadores, que foram ponta firme em todos os sentidos. Formamos uma família. Brotaram muitos filhos, meninos (risos). Foram amadurecendo dentro das competições, chegando à final da Libertadores perdida em um lance e muito próximo do objetivo que é ficar na próxima Libertadores. Para buscar uma campanha tão bela como a última. Acho que o trabalho foi muito bem feito”, completou o treinador.

Cuca também colocou o desafio em lançar jogadores da base como o principal durante sua terceira passagem. O treinador deu mais minutos para os jovens Sandry, Ivonei, Alex, Vinicius Balieiro, Marcos Leonardo, Lucas Lourenço, Kaio Jorge, Ângelo, além de promover as entradas dos goleiros John e João Paulo, com as saídas de Everson e a lesão de Vladimir.

“Lançar meninos como Ângelo no Maracanã. Esse menino vai ser baita jogador, pode escrever. Tem 16 anos, quem é pai sabe. É um adolescente. Vai ser um fenômeno. Balieiro, Sandry, Ivonei, Marcos Leonardo, Kaio Jorge, vou esquecer nomes de alguns. Foi o mais marcante pra mim, mais até do que os próprios jogos”

Pendente da assinatura de Ariel Holan, o Santos enfrenta o Bahia, nesta quinta-feira, às 21h30, em Salvador, pela última rodada do Campeonato Brasileiro.

Formado em jornalismo pela Universidade Católica de Santos. Colaborou para o GloboEsporte.com, LANCE! e Esporte News Mundo.

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